Atividade Turística cresce pelo 9º mês seguido, mas ainda não repõe perdas da pandemia

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O Brasil registrou um crescimento de 0,7% no índice de atividades turísticas em janeiro, na comparação com dezembro de 2020. Com o avanço no primeiro mês do ano, o setor já acumula 122,8% de crescimento nos últimos nove meses, desde maio de 2020. O número, no entanto, não é suficiente para repor as perdas da pandemia. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta terça-feira (9).

De acordo com o levantamento, o setor ainda precisaria crescer 42,1% para voltar ao mesmo patamar de fevereiro do ano passado, último mês antes de a pandeia de covid-19 impactar o setor. A partir de março de 2020 foram adotadas medidas de isolamento social, com o fechamento de estabelecimentos considerados não essenciais, o que acabou atingindo de forma mais intensa e imediata boa parte das empresas que compõem as atividades turísticas, principalmente, o transporte de passageiros e o segmento de alojamento e alimentação.

Regionalmente, nove das 12 unidades da federação que compões o estudo apresentaram resultados positivos entre dezembro e janeiro. Os destaques positivos ficaram com Rio de Janeiro (4,4%), Rio Grande do Sul (11,4%) e Distrito Federal (10,4%); enquanto São Paulo (-1,7%) Goiás (-7,4%) e Minas Gerias (-3,1%) assinalaram as retrações mais relevantes.

JANEIRO 21 X JANEIRO 20
Na comparação entre janeiro de 2021 e janeiro de 2020, volume de atividades turísticas no Brasil apresentou uma retração de 29,1%, chegando a 11 meses consecutivos de queda nesta comparação. O último mês em que o setor registrou crescimento foi fevereiro de 2020, na comparação com fevereiro de 2019.

O resultado negativo é impulsionado pela queda de faturamento de empresas de transporte aéreo, hotéis, transporte rodoviário coletivo de passageiros, agências de viagens, serviços de bufê, restaurantes e locação de automóveis

Em termos regionais, todas as doze unidades da federação que fazem parte da pesquisa mostraram recuo nos serviços voltados ao turismo, com destaque para São Paulo (-37,7%), seguido por Rio de Janeiro (-27,5%), Minas Gerais (-32,8%), Paraná (-28,7%) e Rio Grande do Sul (-29,7%).

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