Com passaporte da vacina, Malta pagará turistas que visitarem a ilha

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Malta está oferecendo dinheiro para quem quiser fazer do arquipélago o seu destino neste verão europeu — é isso mesmo que você está pensando, receber para viajar.

A proposta foi divulgada com o objetivo de impulsionar a economia do local paradisíaco, que oferece aos turistas contato com a natureza e muita história — a região já pertenceu aos fenícios, árabes, gregos, romanos, espanhóis, franceses, italianos e (ufa!), britânicos.

De acordo com o comunicado oficial, a Autoridade de Turismo de Malta pagará cada visitante que reservar uma estadia de três noites em hotéis selecionados pela ação, que possuam de três a cinco estrelas.

Quem se hospedar em uma propriedade cinco estrelas receber 100 euros (cerca de R$ 680). Os hóspedes de instalações quatro estrelas ganham 75 euros (R$ 511) e, de três estrelas 50 euros (R$ 340). O valor é distribuído por cada pessoa.

Aqueles que forem para a ilha de Gozo, conhecida por ruínas do templo neolítico Ggantija, além de praias e os locais de mergulho, receberão um extra de 10%.

Na dependência do turismo

Para colocar o plano em prática, o país investiu 4,1 milhões de dólares. A expectativa é atrair 35.000 visitantes a partir de 1º de junho, quando as restrições impostas pela pandemia devem ser flexibilizadas para o turismo.

Em 2019, a ilha no Mediterrâneo, entre a Sicília e a costa do Norte da África, deu boas-vindas a 2,7 milhões de pessoas. Na pandemia, o número de turistas caiu 80%, segundo a Reuters.

O país teve 29.614 casos de covid-19 e 402 mortes desde o início da pandemia, de acordo com dados do Johns Hopkins Coronavirus Resource Center . O índice de adultos vacinados é o maior da UE, 42% receberam ao menos a primeira dose.

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