Dica 6 – Pessoal
26 de setembro de 2017
8 – Matéria Prima e Mercadoria
13 de outubro de 2017
Mostrar Tudo

Os equipamentos necessários são muito simples e não requerem grandes sofisticações tecnológicas. O empreendedor social pode dar início ao trabalho com seus equipamentos pessoais, afinal hoje o acesso a notebook, smartphones, impressoras, telefones, celulares, câmaras fotográficas digitais e filmadora é amplo. Mesmo com equipamentos mais básicos, pode-se dar início às atividades e aos poucos o empreendedor pode adquirir equipamentos mais modernos e com tecnologia avançada que possibilitará um trabalho com mais qualidade.

Empresas de turismo de todos os portes passaram a investir mais em sites modernos onde possam divulgar fotos e vídeos dos destinos e atividades turísticas ofertadas, além de oferecer compras de pacotes online. A tecnologia facilitou muito o trabalho de agências de viagens que expandem seus serviços além das fronteiras geográficas.

Atualmente, no setor de turismo é por meio de campanhas online que as agências conseguem maior número de visitas. O melhor caminho para obter clientes, turistas, é investir em portais segmentados, site de busca e redes sociais.

Neste sentido, o primeiro passo para o empreendedor deste negócio social é desenvolver um site bem feito, funcional, dinâmico e que demonstre a identidade do “Viajar para Conhecer”. Existem disponíveis muitas ferramentas na internet que podem ajudar o empreendedor nesta construção, mas seria muito importante que fosse contratado um profissional, uma vez que esta será a principal ferramenta de divulgação e relacionamento com potenciais clientes.

Vale lembrar algumas etapas básicas para o desenvolvimento de um site:

– Diagnóstico;

– Estratégia;

– Especificação do protótipo;

– Implementação;

– Lançamento, avaliação e manutenção evolutiva.

Um site que explica muito bem estas etapas descrevendo cada uma delas fase é o http://webinsider.com.br/2009/08/06/principais-passos-para-o-planejamento-de-um- site/

No caso de uma agência turismo, o site além de abrigar uma loja de e-commerce deve ter conteúdo relacionado para seus clientes, sobretudo relativo às comunidades, às culturas locais, aos impactos causados a partir das atividades turísticas, sustentabilidade etc.

Como estamos falando de um e-commerce, é fundamental mensurar e acompanhar as visitas e compras. Para isso, o Google Analytics é um grande aliado. Este é um serviço oferecido pelo Google, que gera estatísticas detalhadas sobre o acesso (visitas) ao site, vendas e outros dados estatísticos. É o serviço de estatísticas web mais utilizado atualmente. O serviço básico é gratuito e há versões que são pagas.

Dicas de duas ferramentas gratuitas para construção de site:

http://pt.wix.com/

http://www.lojaintegrada.com.br/

Quando o site estiver pronto e o domínio devidamente registrado é preciso buscar uma empresa para hospedar o site. Há diversas possibilidades gratuitas e pagas e sua escolha depende dos serviços que você deseja adquirir. Há pacotes mensais que variam de R$9,90 por mês à R$ 100,00. Exemplos de empresas de hospedagem: Uol Host, Locaweb, Hostgator, entre outras.

Entre as várias alternativas de publicidade digital, os sites de busca são responsáveis, não só pela quantidade de visitantes, mas, principalmente, pela qualidade da audiência dos sites de agências de turismo. É por isso que as agências de turismo vem investindo cada vez mais em campanhas de links patrocinados e em SEO ou Otimização para Sites de Busca, com o objetivo de destacar seus sites nas primeiras posições e à frente dos concorrentes.

O termo SEO (do inglês, Search Engine Optimization) refere-se à otimização para mecanismos de pesquisa. É o conjunto de estratégias com o objetivo de potencializar e melhorar o posicionamento de um site nas páginas de resultados naturais (orgânicos) nos sites de busca, como Google. São concebidas melhorar o número e a posição de seus resultados nas buscas orgânicas para uma grande variedade de palavras-chave relevantes ao conteúdo do website. Estratégias de SEO podem melhorar tanto o número de visitações quanto a qualidade dos visitantes, onde qualidade significa que os visitantes concluem a ação esperada pelo proprietário do site (ex. compra de pacotes de viagens).

Outro ponto fundamental é a necessidade de estabelecer algumas formas de pagamento. As mais frequentes são:

– Cartões de crédito: tem ótima aceitação e é a forma com a qual os consumidores estão mais acostumados. Oferece possibilidade de parcelamento ao cliente. As taxas de utilização do serviço em alguns casos são altas. É preciso identificar qual é a empresa que oferece o serviço mais vantajoso de acordo com o negócio;

– Boleto bancário: o boleto é um meio de pagamento comum no comércio eletrônico, no entanto ele geralmente não é o único meio de pagamento, assim com o depósito em conta corrente. Os grandes comércios eletrônicos estimulam a compra com boleto bancário oferecendo pequenos descontos, pois neles não é incluso os juros do cartão. É uma forma de compensação da empresa por não ter que pagar juros ou taxas de transação. É considerada um meio seguro de pagamento, mas o processamento é mais lento.

– Depósito em conta: a forma mais simples de ter um comércio eletrônico é oferecer o número da conta para depósito, mas esta forma de pagamento é a menos segura tanto para o cliente consumidor, quanto para a empresa.

– Cartões de débito: o cartão de débito já é uma opção usada por várias lojas virtuais, principalmente empresas que costumam vender à vista na internet, mas que precisam de um rápido tempo de resposta do status de pagamento. Algumas empresas de cartões já oferecem o meio de pagamento online, este é o caso da CIELO e da REDE. Empresas que vendem pela internet e possuem baixa margem de lucro, geralmente optam apenas pelo boleto e débito em conta, já que no cartão de débito parte da venda vai para a empresa que oferece o serviço de pagamento;

– Intermediário de Pagamentos: empresas de meio de pagamento como, por exemplo, PagSeguro, Pagamento Digital, MOIP e o PayPal. Estas soluções são focadas na cauda longa do e-commerce, ou seja, o mercado de pessoas físicas, micro e pequenas empresas. São grandes responsáveis pela democratização do e-commerce, pois são soluções que não requerem credenciamento com administradoras e dão garantias contra fraudes, sendo talvez a opção mais simples para quem quer começar a vender na internet sem correr risco algum.

No entanto, tanta comodidade gera problemas percebidos com mais facilidade por quem está crescendo no e-commerce. Muitos pensam que o principal problema do intermediário é suas taxas, mas poucos sabem que a maior reclamação é o alto índice de vendas perdidas, seja pelo processo de pagamento complicado ou por a venda ser negada pelo intermediário, o que se agrava com o crescimento do negócio.

Existem empresas no mercado especialistas que dão ao estabelecimento as ferramentas e o apoio necessário para venderem mais evitando fraudes. Uma delas, líder de mercado e utilizada pelo gateway de pagamentos iPAGARE, é a ClearSale. Utilizando uma ferramenta deste tipo, o estabelecimento pode optar por somente utilizar a ferramenta, por delegar as análises para a equipe da ClearSale ou até por obter a garantia da venda pela ClearSale.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

//]]>